As pessoas tendem a explodir sem avisar
Posted by mdom | Filed under família, lei de murphy, livros
Viram só como voltei rápido? Será esse um sinal de melhora? Será? Espero que sim.
Comecei a fazer terapia aqui na cidade cinzenta, mas ainda estou na fase de conhecer melhor a doutora. Quer dizer, isso até a sessão dessa semana. Da série ‘coisas que só acontecem comigo’: ter diarreia no meio da consulta. Ainda bem que tinha um banheiro por lá, onde perdi uns dez minutos de sessão. Ela tentou retomar com naturalidade, mas certamente nossa relação vai mudar depois disso. Todas mudam depois de cheirar o cocô do parceiro.
Enfim, essa semana também li ‘O Apanhador no Campo de Centeio’, que por causa do título eu achava que era um livro rural, mas na verdade é super urbano. Enfim, resenha de livro dá pra achar na internet, o mais importante é o que eu achei do livro. Até que me identifiquei bastante com o protagonista, nas vezes em que ele critica a superficialidade das pessoas e como isso o irrita e quando ele mente ou faz algo ruim e se arrepende logo em seguida, mas contiinua mentindo e agindo mal. Enfim, uma grande leitura, e os assassinos que tentam culpar o livro são todos uns hipócritas e Holden não ia gostar deles.
Por falar em coisas que irritam, hoje fui descer com o galão de água vazio e o neto da vizinha estava no corredor. Fiquei fazendo umas caretas e ele gostou, ficou rindo. Aí meu elevador chegou e eu disse tchau. Ele disse alguma coisa que eu interpretei como ‘quero brincar’ e eu disse que depois ia brincar e desci correndo e quis nunca mais subir nem encontrar a criança de novo. Brincar assim espontaneamente, tudo bem, não vou me recusar a alegrar uma criança. Mas ser obrigada a ficar rindo o tempo todo, não, não. Não sei como os pais aguentam… crianças gostam muito de repetição.
Mas enfim. Até que a semana não andava tão mal… até descobrir que minha mãe está doente. Ela não está dando detalhes pelo telefone, mas suspeitamos que seja labirintite… ela está tomando um remédio mas não quer contar pra que também. É difícil. Tudo bem, meus pais são mais velhos que a média, e eu sei que eles não vão viver pra sempre, mas eu esperava que eles vivessem pelo menos até eu arranjar um emprego… ou até eu parar de tomar psicotrópicos. Até chorei depois de desligar o telefone. Mas isso não quer dizer que eu vá me mudar pra lá e aproveitar os últimos dias. Sempre que vou pra lá e tem os problemas e nada muda, isso me deixa tão triste… gosto dos dois, mas não quero morar com eles.
Bem, para não terminar o post pra baixo, fiquem com uma interessante citação do livro:
“Among other things, you’ll find that you’re not the first person who was ever confused and frightened and even sickened by human behavior. You’re by no means alone on that score, you’ll be excited and stimulated to know. Many, many men have been just as troubled morally and spiritually as you are right now. Happily, some of them kept records of their troubles. You’ll learn from them – if you want to. Just as someday, if you have something to offer, someone will learn something from you. It’s a beautiful reciprocal arrangement. And it isn’t education. It’s history. It’s poetry.”
Você pode ficar viciado num certo tipo de tristeza
Posted by mdom | Filed under passeios
No fim de semana encontrei o Violinista aqui na cidade cinzenta, e tivemos um passeio muito cultural por museus e livrarias. Mas o que eu queria postar no blog mesmo é que na livraria tem um teatro, e ia começar uma peça aparentemente cult e só pessoas com ingressos antecipados poderiam entrar. O Violinista, com todo seu charme, falou com duas moças que pelo jeito levaram bolo e que tinham convites de dois rapazes. Os convites tinham nome, mas os ingressos não, então ele foi na bilheteria enquanto eu esperava do outro lado. Tudo daria certo, mas aparentemente só um dos rapazes confirmou, então não dava pra retirar os dois ingressos, e o atendente disse para ele esperar o amigo. E aí é claro que o Violinista saiu correndo e fomos ver livros em outra seção.
Semana que vem eu começo um curso tão caro que se não der resultado vou correr pelada nas ruas chorando. É de tradução e interpretação, e mesmo cobrando tão caro eles ainda se dão ao direito de dar uma prova de umas dez páginas para ver o nível dos alunos.
Acho que tinha mais coisas pra dizer, mas obviamente esqueci.
Volto antes do meu pai morrer.
Outro dia de verão chegou e se foi
Posted by mdom | Filed under família
Tenho tentado colocar as coisas nos eixos, ou mais ou menos isso. Enquanto nada de emocionante acontece além de eu não ter aulas, fiquem com um trecho de uma conversa altamente cultural que tive com minha mãe.
Mãe says:
e vc, ta sentindo saudades da sua irmã?
I say:
não
e a senhora?
Mãe says:
ñ!!!! como assim? vc sabe muito bem q sinto a falta de vcs sempre…
I say:
não tenho coração
perguntei se a senhora sentia falta das suas irmãs
a senhora está há mais tempo sem vê-las do que eu sem ver a Luciana
Mãe says:
mas e q nos ja tivemos muito + contato do q vcs. afinal tamos nos sessentão…
I say:
hmmm
sei
Mãe says:
espero q vcs tb com nossas idades, continuem se falando..
I say:
claro
vou ligar pra ela toda semana
pra pedir dinheiro
Mãe says:
eheheheh…kkkkkkk….
I say:
onde a senhora aprendeu esse ‘kkkkk’????
Mãe says:
no facebook tem um monte…
I say:
ah mãe, só gente sem classe ri assim
se alguém no meu msn ri com ‘kkkkk’ eu bloqueio
como a senhora é minha mãe, não vou bloquear
só pedir com educação para que ria de outros modos
Mãe says:
então me ensine uma com classe..
I say:
pode ser hahahahahaa
ou ehehehe
ahuhauhauahuahua
ou mwahuauahuahauhauhua
ihihihihihih
ufufufufu
só não pode ‘kkkkkkkk’ e ‘rs’
Mãe says:
chega!!!!!!!!! obrigada…
I say:
De nada =D!
Você é estranho, insano, nunca vai poder mudar isso
Posted by mdom | Filed under .::drama::., querido diário
Hm. Eu me pergunto se tanto tempo sem postar indica um afastamento maior da sociedade, somando-se a isso minha preguiça em responder a e-mails.
Um tempinho se passou desde o último post, e desde então as coisas não tem melhorado. Quer dizer, agora tenho internet rápida, o que torna minha vida menos miserável.
Continuo uma professora medíocre e a turma das adolescentes nem quis terminar o semestre comigo. Um aluno que ia muito bem e prestava atenção desistiu sem mandar notícia. O que cancela aulas continua cancelando. Agora dou aulas pra minha tia mãe-da-Luty, que pelo menos me dá passe e lanche.
Nas últimas semanas, em soliaonline, participei da Solia Hunt e ganhei. Foi uma gincana no estilo Survivor (times e depois individual) com eliminações semanais e provas bizarras (como construir robôs). Não ganhei nada pra vida real, apenas dinheiro imaginário, e vocês devem estar virando os olhos de desprezo, mas eu me senti bem por ter ganhado, estava até meio motivada. Até hoje, é claro.
Mal consegui dormir por causa do resultado do exame de proficiência de inglês, que saiu hoje. Entrei no site e… um B! Sendo B uma nota entre 75 e 79 de 100. Já prevejo todos vocês dizendo que já é muito que eu tenha passado, afinal, tenho poucos anos de estudo e esse é um teste bem avançado. Porém, eu realmente queria um A. Eu fiz exercícios entediantes, prestei atenção nas aulas e até o professor estava confiante. Mas, como sempre, fui uma decepção. Na tabela de resultados, três áreas foram excepcionais e duas foram limítrofes(o que é menos que ‘bom’). Escrita eu até entendo não ir nem bem, mas não consigo lembrar o que fiz de errado na prova oral. Claro que eu não iria corrigir o que fiz de errado no futuro, só ia me torturar eternamente.
Eu achava que o mestrado ia provar que eu pertencia ao mundo acadêmico, e não foi bem assim. Então achei que esse teste ia mostrar que meu conhecimento de idiomas era acima da média e nem. E sim, é importante pra mim porque passei a vida só estudando e se nem isso eu consegui fazer direito, o que eu tenho? Uma vida virtual? Muitos kg a mais? Um blog desatualizado? (Antes que minha irmã pense em comentar que só depende de mim mudar isso, essa é outra coisa que me tortura, não preciso que fiquem repetindo)
Tenho visto muitos programas de transformação agora que tem tv a cabo onde moro. Li o quarto e o quinto livro do Dexter, emocionantes como sempre.
E é isso aí. Só não prometo que volto em breve para não causar desapontamentos futuros.
Coloque a máscara no rosto só pra sobreviver até o dia seguinte
Posted by mdom | Filed under querido diário, séries
Após tantos meses nem tem mais graça contar os detalhes de como vim parar na cidade cinzenta: estou aqui dando aulas de inglês por enquanto e é isso aí. Na verdade só vim postar pra me lamentar por não poder ir ao show do Hanson, mas já que estou aqui, nada como dar aquela reclamada básica da vida.
Dar aulas tem sido uma experiência bem interessante, afinal, odeio pessoas e como professora preciso, ao menos, me preocupar se estão aprendendo ou não. Pior que isso, só duas coisas: o fato de eu sempre ter sido nerd e ter problemas com autoridade. Então quando os alunos estão desinteressados ou faltam demais eu me revolto. Como assim não querem ter aulas? Como assim não fizeram a tarefa? E nem me venham com desculpa que estavam ocupados, pra que começou a aula então? Mas é claro que não consigo brigar pessoalmente. E se eu for estúpida demais? E se o aluno ficar bravo, ou pior, triste? Minhas alunas adolescentes sempre estão conversando, apesar de serem só em 4 e eu obviamente poder ver e escutar tudo. Então na segunda, lá estava eu passando o áudio do livro, e duas delas começaram a conversar sobre ir ao shopping fazer compras. Não me aguentei e perguntei se a conversa era sobre o áudio, mas de um jeito, hm, ríspido. ARE YOU TALKING ABOUT THE AUDIO? I DON’T THINK SO, HOW ABOUT WE FOCUS ON THE CLASS WHAT THE HELL YOU’RE PAYING FOR THIS SHIT mas obviamente a aluna só entendeu que ‘talking’ queria dizer ‘no talking during the audio’ e ficou quieta. Por alguns minutos, pelo menos. Daí mandei um e-mail pra turma falando que era pra fazermos aulas de reposição, já que elas querem terminar o semestre antes das provas, mas quedê respostas? Espero que me respondam pelo menos no fim de semana. E aí tem o executivo inseguro, que sempre acha que está indo mal. Além disso ele é super ocupado e mais cancela aula do que vai. Essa semana mesmo ele confirmou as duas aulas da semana só para cancelar de última hora, mesmo sabendo que ia pagar. Dá vontade de perguntar se o problema sou eu, o que é bem possível. Poxa, eu posso mudar. Ser mais legal, mais divertida, mais falsa… mas os alunos nunca pedem. E mandar e-mail perguntando se o problema sou eu parece tão desesperado! Minhas chefas (três delas) sempre me dizem para eu ter mais confiança e não deixar os alunos ‘montarem’ em cima de mim. Mas, para mim, a linha entre autoridade e autoritarismo ainda é tênue. (Apostam quanto que minha irmã vai comentar que eu já devia ter arranjado uma psicóloga nova?)
Encerro o post com um video de… america’s next top model. Essa semana as participantes tiveram que escrever sua própria música, e essa é a minha favorita.
Angelea – I\m here
O bom é mau hoje, o preto é branco, o dia é noite.
Posted by mdom | Filed under teste
Teste para vocabulário em inglês.
Eu culpo a ausência aqui na internet 3g horrível, e não na minha preguiça, é claro.
Mas dizem por aí que em breve vou me mudar com uma S2 pessoa linda S2 e então terei uma internet decente e mais atualizações. Volto quando as coisas forem mais definitivas. Ou antes, se algo SUPEREXCITANTE acontecer.
Ela tinha comido o cachorro e voltou pra mais
Posted by mdom | Filed under coisas da net
Daí que eu até queria fazer um post enorrrme com todas as atualizações e novidades, mas essa internet 3g parece discada e isso me desanima tanto… estourei o limite(míseros 300 mb) em poucos dias.
Enfim. Que tal um pônei pra alegrar a vida?

eu pônei
Você não sabe o que significa vencer
Posted by mdom | Filed under .::drama::., querido diário
É aquelas coisas né, primeiro espera ter a defesa, depois espera devolver a versão definitiva, depois espera a universidade te dar uma cópia, depois aquele marasmo, melhor esperar algo emocionante! Surge então uma oportunidade de emprego, mas melhor esperar conseguir a vaga ou não, depois que consegue a vaga, ah, melhor esperar arranjar um lugar pra morar e aí não se posta nunca. A procrastinação é um ciclo eterno.
Não quero voltar. É egoísmo demais isso? Quero ir atrás de alguma coisa minha. Consegui esse emprego sozinha, estava orgulhosa dele até vocês dizerem que ganha pouco, tem horários estranhos e oh meu deus você chegando em casa às dez sua tia morre de preocupação volte para o ninho onde ninguém vai te machucar. Não quero ganhar milhares de reais num concurso público. Bem, até quero milhares de reais, mas não se eu tiver que estudar por anos pra passar num concurso público pra ter um emprego chato. Não quero, não quero, não quero. Eu tenho essa opção, não? Vocês disseram que iam me apoiar… pedir pra eu desistir toda semana não é apoiar. Posso ir atrás do que eu quero? Alguém me permite isso? Se eu voltar vai ser a mesma coisa de ficar aqui, na frente do computador comendo e emburrecendo, vendo os dias passarem. E se a depressão me ensinou uma coisa foi que não é assim que quero viver. Mas não posso falar essas coisas. Vocês vão achar que eu não os amo mais ou algo trágico assim, porque só isso explicaria o fato de eu preferir a incerteza da cidade cinzenta, não uma vontade de aprender, de crescer.
Algum dia eu volto com detalhes sobre a vida após o mestrado. Por hora, recomendação de leitura: Herman Hesse, Jogo das Contas de Vidro.
Um punhado de estrelas no infinito irei buscar e a teus pés esparramar
Posted by mdom | Filed under .::drama::., família, sonhos
Eu planejei mil posts antes da defesa, mas obviamente não postei nada. Não por ter estado ocupada, uma parte é porque a internet anda tão lenta que não carrega nem youtube, outra é porque ando bem desanimada.
Ando tendo sonhos bem… significativos. Lembram como eu sempre sonhava com banheiros sujos? Outro dia sonhei que fazia xixi num elevador enquanto ele descia, e saía dele despreocupada. Depois sonhei que fazia cocô nas calças e lavava a calcinha escondida. Seja lá qual for o problema que eu tinha antes, parece que se transformou em outro. Aí passei a ter sonhos bem compridos. Na primeira cena eu estava com o pessoal da faculdade, quando deu a hora de eles viajarem. Eles me chamaram, mas eu fiz drama por só ter sido chamada porque estava lá, não porque eles me queriam lá. No fim fui com eles, era pra praia. Corta para uma praça cheia de água com um monte de japoneses. Tinha uma placa em japonês e eu me senti meio perdida lá, até encontrar minha mãe. De repente era noite e eu estava com ela numa praia. Vi vários fogos de artifício e reclamei de estar sem minha máquina. Encontramos minha irmã do outro lado da praia, mas ela estava sem a máquina dela também. Hoje sonhei primeiro que chovia muito no quarto em que eu estava, que era da casa de uma tia minha. Depois (ou antes) eu estava assistindo de cima uma apresentação de dança em que as pessoas estavam envolvidas em palitos de fósforo gigantes. Era bem animado, e sabe se lá porque o Ayrton Senna estava lá. Corta para o quarto inundado. Minha tia diz que não tem problema, porque era só naquele lugar,e saímos de lá. Aí me vejo num churrasco de família, e a filha da minha prima está no palco cantando Amy Winehouse. A mãe dela não gosta muito e sobe pra cantar um rap sobre uma criança de 11 anos que usa drogas.
Semana passada foi o casamento da Siciliana, todo em azul joalheria chique. A cerimônia tava linda com balões, mas o pastor/padre que falou lá… cheio de clichês e ‘mestre jesus’. Ela não é nada religiosa, e disse depois que não fazia ideia do que o cara ia falar. Tirei várias fotos belíssimas e conversei com meus amigos sábado e domingo. Durante a faculdade eu sempre fui a mais nova, inocente, que não sabe nada da vida. E agora… não muda muito. Todos trabalham/são casados/tem filho/ sabem mais ou menos pra onde vão, e eu… nada, além da forca nessa terça.
E… meu pai está com câncer mesmo. Minha mãe disse que o médico falou que era um tumor pequeno, mas que precisava fazer tomografia e cintilografia pra ter mais detalhes. Aí minha prima Ginecologista, que aparentemente é uma médica famosa na cidade sanduíche, ligou diretamente para o urologista e obteve o resultado dos exames (ela deve ser famosa mesmo, porque nem o sobrenome do meu pai ela tem pra provar que é parente). E segundo ela a coisa é grave. Ela até se ofereceu pra pagar os remédios e disse que a radioterapia, que o médico descartou pela idade do meu pai, pode ser uma opção. E a irmã dela, a prima Dentista, vai com meus pais na consulta de quintafeira.
Ando tão estressada que até posts de solia online me fazem chorar. É nessas horas que eu queria ter alguém pra me abraçar e dizer que tudo vai ficar certo. Eu sinto como se ontem eu fosse uma criança feliz e despreocupada e hoje eu tenho que ser uma adulta responsável e madura, sem que me ensinassem como é que se faz isso.
Chega de drama né, eu volto ainda essa semana para contar o quanto fui massacrada na defesa.
A evolução não acabou
Posted by mdom | Filed under séries
Daí que meu último post nem teve comentários mas mesmo assim vim aqui, vinte dias depois para postar qualquer coisa.
De importante mesmo não fiz nada, mas assisti a todos os episódios de Bones. Uns 100? Por aí. Alguém falou dele em solia, eu vi um episódio novo, gostei e decidi ver tudo. Para quem não conhece, é um seriado de drama/comédia/policial sobre um agente do fbi e uma antropóloga forense (que identifica as pessoas e como elas morreram pelos ossos). A personagem principal é interessante e algo que raramente vemos na tv, uma mulher não romântica e completamente racional (que explica piadas ao invés de rir delas). Claro que com o tempo vemos ela se abrindo, mas ela continua sendo uma gênia dos ossos.
E é isso aí, estou com dor de cabeça desde sábado e então não muito empolgada para escrever.